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A volta dos que não foram...


Booooa tarde queridas pessoas que acompanham este esquecido quase nunca atualizado blog!

A vida é difícil, tempo é dinheiro e eu não tenho tempo. [não, eu tb não entendi o que eu quis dizer com esta frase, mas tudo bem!]

Enfim... o que importa é que eu ando muito sem tempo, mas hoje calhou de me sobrar alguns minutinhos e eu vim aqui contar uma pra vocês.

Daí que amor [sim, eu ainda estou namorando (\o/) e a cada dia que passa eu gosto mais de meu amor... ^^ ) e eu brigamos. Mas brigamos feio deeeeeeee verdade.

Depois de muito choro [só num vou dizer quem foi que chorou, pq eu não sou obrigado, beijos!], as coisas foram se ajeitando, talz...

Saímos de onde estávamos - estacionamento da faculdade dele - e fomos em direção a casa dele. Tudo bem.

Só que assim: pertinho da casa dele, tem um terreno baldio. Pois é, eu sei que vocês pensaram sacanagem, uhuhuh. Mas tipo: não somos doidos de nos agarrarmos no terreno baldio. Não, eu tenho amor à minha vida!

O fato é que nós nos agarramos na frente de uma casa que fica em frente ao terreno baldio. ashuauhsaush Porque sim, nós achamos que tem uma diferença enorme. Pois é, com doido não se discute!

Daí que vocês sabem que, como dizia uma das campanhas da Coca, "o sabor da briga é a reconciliação". Pois é, papai... mãozinha dada aqui, beijinho ali, beijo de língua mais assim... o fato é que começamos a nos reconciliar, se é que vocês entendem. ; )

Tipo: são 5 meses de namoro, 5 meses que nós ficamos ali, quietinhos, no nosso canto [literalmente, porque a casa é bem de esquina!], e sempre ficávamos pensando no que os donos da casa pensariam se um dia nos pegassem ali.

Que foi que aconteceu?

Não precisamos mais pensar.

Daí que já estávamos quase que "reconciliando" de fato quando de repente, não mais que de repente, surge um carro na nossa frente.

Pois é.

O carro parou e abriram a porta.

Agora saca só a cena: sai um homem com cara de brabo de dentro do carro, olha bem pro carro - é fato que ele tava querendo olhar era a nossa cara, mas como o vidro tava todo embaçado, ele não conseguiu! uahsuahs -e bate a porta do carro dele.

Claro que amor e eu paramos tudo, e eu comecei logo a rir. Começamos a nos vestir, quando amor fala "eu mereço mesmo... Agora o que falta acontecer?"

Eu, na minha inocência, esquecendo que Murphy não larga do meu pé, digo "Agora falta ele vir aqui no carro..."

Sério que eu não sei se ele escutou ou se foi o diabo quem atentou mesmo. Só sei que o fato foi que eu fechei a boca e ele começou a andar em direção ao meu carro.

Gargalhei - pq sim, eu rio quando fico nervoso - enquanto terminava de me vestir e o doido batia no meu vidro. Amor pergunta se eu ia realmente abrir o vidro, eu disse logo que ia, e assim o fiz.

Abri metade do vidro, e disse "Oi!".

O cara olhou bem na minha cara, meio que analisando... deu boa noite e perguntou se nós estávamos esperando alguém, ao que eu respondi que não.

Daí ele disse que ali não era um bom lugar pra ficar "conversando" - com todo o deboche que ele poderia ter colocado na voz, fato! Eu agradeci, fechei o vidro na cara dele, enquanto o outro cara que tava com ele - por um acaso o vizinho dele, que chegou junto e, vendo a "confusão", se juntou a nós - ia pra trás do carro. Foi quando eu liguei o carro e vim embora, antes que eles nos apedrejassem.

Mas vocês sabem o que é isso?

T-E-I-M-O-S-I-A

Porque eu aluguei um apartamentinho pra gente poder ficar indo lá pra ficar juntinhos, talz... mas nããããão, o povo quer fazer as coisas é na ruuuuuuuua, rs...

Beijão, queridões! Ótima semana pra vocês!

Porque tudo acontece comigo...

Olá!

Vamos lá. Pra começo de conversa, vocês tem que saber duas coisas a respeito de minha pessoa:

1) Eu tenho um namorado que eu amo muito e que eu quero que seja meu pra sempre e que eu vou perder minha virgindade com ele [menininha de 15 anos mode OFF, uhuhuhu]

2) Tudo de escroto que tu puderes pensar, vai acontecer comigo. Sério!

Pois é.

Depois de alguns dias em encontros em grupo, namorado e eu ontem resolvemos ir ao motel, pra tirarmos o atraso. Ok.

Como era mais perto daqui de casa, fomos em um dos vários motéis ali da Areinha [se tu num és de São Luís, basta saber que é um bairro com uma das maiores concentrações de motel por m² da cidade de São Luís, e é do ladinho da vala da Macaúba, um troço onde passa esgoto e que é uma ótima desova pra quando você quiser cometer algum homicídio - fikdik. ;-)].

Fizemos o serviço, num sei quê, bla bla bla... Pagamos a conta - que a mulher quaaaaaase num devolve meu troco - entramos no carro e saímos - ou tentamos, visto que passaram quase 5 minutos pra liberarem a porta lá...

Finalmente nos liberaram e saímos com o carro.

1) Tava simplesmente CHEIO de gente na porta do motel. Mas sabe o que e cheio, tipo ônibus pra bairro de pobre em horário de rush? Pois é. Era assim que tava.

2) Não bastava ter gente, ainda tinha criança. Um monte de guri jogando bola.

3) Preciso lembrá-los de que lá é local de desova? Não, né? Gradicido!

Pois é. Fiquei meio assim atento a qualquer pedra que pudesse vir a voar em direção ao meu carro, acelerei e fui.

Fiquei tão nervoso que estanquei a porra do carro.

Comento com namorado, que sorri muito amareladamente, enquanto dou na chave de novo.

A porra do carro não pega.

Chave de novo.

Quem disse?

Mais uma vez... Nada, o carro não pega nem a cacete!

Começo a rir desesperadamente, porque quando eu fico nervoso ou eu estanco o carro ou eu rio, e como já tinha feito o primeiro...

Namorado, morto de apreensivo, me pergunta: "e agora?!"

"Agora? É descer e empurrar, filho.".

Pois é.

Dois homens tinham acabado de sair do motel que fica ao lado da desova, dado de cara com uma rua cheia de gente e criança, e agora tinham que descer do carro pra empurrar.

Abro a porta do carro e namorado, sem a mínima vontade e, eu aposto, doido de vontade de me matar meio reticente faz o mesmo.

Todos ao redor param.

Cês conseguem ver as pedras voando, daí? Pois eu conseguia!

Começamos a empurrar. Chega um cara perto.

"Fudeu, pra chegar perto assim, vai ser na base da facada!", pensei. Dei a última olhada pra namorado e disse "Te vejo no céu!" [porque sim, eu vou pro céu, uhuhuh].

"Quer ajuda, cara?", o doido perguntou.

"Oi?"

"É, quer ajuda pra empurrar?"

"o.Õ"

"Quer ou num quer?"

"Sim, sim..."

"EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI, CAMBADA, VEM CÁ, AJUDA A EMPURRAR AQUIII!"

Serinho que eu pensei: "Pronto, lá se vai meu carro!", enquanto aquela multidão corria em minha direção. Namorado me olhou com uma cara de desespero ainda maior quando o cara disse pra mim: "entra logo no carro, que a gente vai empurrando e tu vai dando na chave!". Claro que eu obedeci, né? Entrei no carro, as 2,763 milhões de pessoas empurraram o carro que, rapidinho voltou a funcionar.

Parei pra namorado entrar - suadinho de nervoso, o bichinho - e agradeci a todos, enquanto arrancava com o carro pra um lugar bem longe dali.

Por que né? Vamo ter sorte, mas também não vamos brincar com a cara dela! aasauhsuasuh

Enfim... preciso levar meu carro pra oficina pra ver que porra é essa que ele tem, rs.

Abração pra todo mundo! ^^


 
TNB